Glossário

A

B

Baixa de Ativos – é atrelado a receita de Indenizações, este valor é o custo de baixarmos o ativo indenizado no nosso imobilizado.

C

Capex (Capital Expenditure) – Aquisição de bens tangíveis e intangíveis para o ativo não circulante.

Capital investido – Para a empresa, capital investido é definido como a soma do capital próprio (patrimônio líquido) mais capital de terceiros (incluindo todas as dívidas onerosas, bancárias e não bancárias), ambos sendo os valores médios no período. Por segmento de negócio, é o valor médio do período do capital investido da empresa ponderado pelos ativos médios de cada segmento de negócio (capital circulante líquido mais imobilizado). A base de ativos no ano é calculada como a média da base de ativos dos últimos treze meses.

Custo de locação (manutenção, pessoal, depósitos, etc.) – engloba: (i) pessoal para supervisão das obras e assistência técnica; (ii) pessoal para montagem e desmontagem de material, quando feita por mão de obra da Mills; (iii) fretes de transporte de equipamentos, quando de responsabilidade da Mills; (iv) custo de materiais utilizados na manutenção de equipamentos; e (v) aluguel de equipamentos de terceiros.

Custo de depósito – Este custo engloba as despesas relacionadas diretamente a administração do depósito, estocagem, movimentação e manutenção dos ativos de locação e de revenda, contemplando despesas com mão-de-obra, EPIs usados nas atividades do depósito (movimentação, estocagem e manutenção), insumos (gás de empilhadeira, gases para solda, compensados, tintas, sarrafos de madeira , dentre outros) e manutenção de máquinas e equipamentos (empilhadeiras, máquinas de solda, hidrojateadoras, talhas e ferramentas em geral).

Custo de vendas – custo de venda de novos é atrelado a receita de vendas novos. O custo de vendas de seminovos é atrelado a receita de vendas de seminovos e é equivalente a baixa desses ativos do imobilizado (custo residual).

D

Despesas gerais e administrativas – (i) O SG&A Comercial, Operacional e Administrativo inclui despesas correntes, tais como salários, benefícios, viagens, representações, dos diversos departamentos, incluindo Comercial, Marketing, Engenharia e departamentos do backoffice administrativo, como RH e Financeiro; (ii) Serviços Gerais engloba as despesas patrimoniais da matriz e diversas filiais (aluguéis, taxas, segurança e limpeza, principalmente); e (iii) Outras despesas são itens em grande parte sem efeito caixa, como provisões para programas de stock options, provisões para contingências, provisões para estoques de giro lento e alguns desembolsos de caráter não permanente.

Dívida líquida – Dívida bruta menos disponibilidades financeiras.

E

EBITDA – O EBITDA é uma medição não contábil elaborada pela Companhia, conciliada com nossas demonstrações financeiras observando as disposições do Ofício Circular CVM n.° 01/2007, quando aplicável. Calculamos nosso EBITDA como nosso lucro operacional antes do resultado financeiro, dos efeitos da depreciação de bens de uso e equipamentos de locação e da amortização do intangível. O EBITDA não é medida reconhecida pelas Práticas Contábeis Adotadas no Brasil, IFRS ou US GAAP, não possui um significado padrão e pode não ser comparável a medidas com títulos semelhantes fornecidos por outras companhias. Divulgamos o EBITDA porque o utilizamos para medir nosso desempenho. O EBITDA não deve ser considerado isoladamente ou como substituto do lucro líquido ou do lucro operacional, como indicadores de desempenho operacional ou fluxo de caixa ou para medir a liquidez ou a capacidade de pagamento da dívida.

F

Fluxo de Caixa Operacional Ajustado – com base nas Demonstrações Financeiras Consolidadas da Companhia, caixa líquido gerado nas atividades operacionais excluindo juros e variações monetárias ativas e passivas liquidas, aquisições de bens do ativo imobilizado de locação e juros pagos.

G

H

I

IFRS 16 – A partir de janeiro de 2019, entrou em vigor a norma contábil IFRS 16/CPC 06 (R2). Com ela, os direitos de uso (como contratos de aluguéis de imóveis e veículos, por exemplo) passaram a ser reconhecidos no ativo e os arrendamentos passaram a ser reconhecidos no passivo, tal qual os leasings
financeiros. Com a adoção do IFRS 16, então, a Companhia deixa de reconhecer os aluguéis de imóveis e veículos como custos e despesas no resultado do exercício e ainda passa a reconhecer: (i) os efeitos da depreciação dos direitos de uso dos ativos arrendados; e (ii) a despesa financeira e a variação cambial apuradas com base nos passivos financeiros dos contratos de arrendamento mercantil. Visando simplificar a análise
comparativa com os períodos anteriores, apresentamos neste relatório alguns quadros que desconsideram o efeito do IFRS 16, sempre que indicado.

J

K

L

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N

O

P

Q

R

ROIC (ou Return On Invested Capital) Retorno sobre o capital investido – quantia, expressa como uma porcentagem, ganha sobre o capital total de uma companhia – patrimônio líquido (Equity), mais a dívida líquida (Debt), calculada dividindo os lucros operacionais líquidos antes do pagamento de juros, pelo capital total.

Rental Rate – É a taxa de rentabilidade de locação do equipamento. Calculado pelo preço de locação do equipamento sobre o preço estimado de
sua reposição.

Rental Rate: (Receita Bruta da rental / valor de reposição das plataformas) / taxa de utilização

Taxa de utilização – Pode ser calculado pela quantidade de ativos ou valor da frota.

1. Pela quantidade de ativos: Divisão da quantidade de máquinas locadas sobre a quantidade total da frota.

2. Pelo valor do ativo – Valor das máquinas locadas dividido pelo valor total da frota.

Taxa de Utilização = número de plataformas em uso / número de plataformas totais

Taxa de Indisponibilidade – Valor das máquinas que estão indisponíveis dividido pelo valor total da frota.

DU – Taxa de rentabilidade da frota. Calculado pelo valor de receita total dividido pelo valor total da frota.

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Última atualização: 10 novembro, 2021

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